quarta-feira, 21 de abril de 2010

Do dia 19 de abril

Uma Editora Abril de proporções gigantescas. E a tradicional feirinha rolando térreo. Só que dessa vez era uma feirona.
Roupas, colchões, lençóis, jeans, bolsas, toalhas, sapatos... tudo estava à venda.

Eu já estava no caixa com 1 jaqueta marrom, 2 cintos e 1 bolsa. Conta final: R$ 409,00. Tenho que deixar alguma coisa, não tenho dinheiro pra tudo isso. Tiro a bolsa, menos R$ 209,00 e quando percebo, saí da loja com a jaqueta por baixo de outra blusa que estava vestindo e só paguei pelos 2 cintos. Roubei, mas não foi na maldade. Mesmo.

Encontro Paula, Bruna e meus pais no carro. Vamos rumo a uma mansão onde acontece uma festa. No caminho, conforme vamos conversando, percebemos que para cada frase pronunciada ali revela uma verdade inconveniente. Nisso, a Paula descobre coisas sobre seu namorado e fica bem chateada. Mas logo logo ela estará bem longe dele.

De repente somos eu e o Bru seguindo para a festa. Ao chegarmos nos deparamos com tanta gente...Mariana e Danilo ainda de pijamas, pelo visto o pessoal está ali desde o dia anterior. Biri, Máfer, Carol, Kiese, Zé Eduardo, Carol Villas Boas...é tanta turma diferente que não tem como não se sentir em casa.

O lugar é absolutamente encantado. A casa, enorme, construída num formato inusitado, tem altíssimas paredes cor de cimento queimado onde o concreto desenha cantos arredondados. Suas altas e majestosas paredes abrigam janelas e portas abertas para receber o ar puro do campo. Há sacadas por toda a volta do 1º andar e colunas definem os limites da sala de jantar externa, onde uma mesa comprida e pesada convida para um bate papo entre muitos amigos.
Em volta das colunas crescem trepadeiras de várias espécies. Flores brancas, amarelas e laranjas. À frente, um lago com patos e patinhos, e em todos os lugares, muitas borboletas.

É simplesmente o lugar dos meus sonhos.

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